Para quem decide em tecnologia,
Algumas mudanças chegam devagar. Esta não. A inteligência artificial saiu do laboratório, entrou nas empresas e começou a mudar como o trabalho é feito, como os times são montados, como software é comprado e até como empresas de tecnologia ganham dinheiro. E quase todo mundo ainda está tentando entender o que fazer com isso.
Dentro das empresas, a IA chegou antes da estratégia. Times usam ferramentas que a área de tecnologia muitas vezes nem conhece, e informação da companhia passa por modelos que ninguém homologou. Enquanto isso, o conselho pergunta ao CIO onde está o retorno. Não basta comprar uma ferramenta ou anunciar uma iniciativa. É preciso decidir quais processos ainda deveriam existir, quais precisam ser redesenhados e onde agentes geram eficiência de verdade.
Do outro lado da mesa, quem construiu uma empresa de tecnologia enfrenta uma mudança igualmente profunda. Durante décadas o mercado de serviços aprendeu a vender esforço: horas, projetos, squads, alocação de gente. O que acontece quando uma equipe que precisava de dez pessoas entrega com três? Cobrar mais horas por um trabalho que precisa de menos horas deixa de fazer sentido, e aparece uma pergunta maior do que “como usar IA”: como se cria e se captura valor quando trabalho deixa de ser a unidade de medida?
Foi desse tipo de conversa que nasceu o HDI Club. Nós somos amigos há anos. O De Marco passou vinte anos construindo a HDI Brasil e acompanhando de perto milhares de líderes responsáveis por tecnologia nas empresas. O Caserta passou boa parte desse mesmo tempo do outro lado: Microsoft, empresas de tecnologia que fundou e vendeu e, hoje, de novo dentro de uma grande companhia do setor. Em muitas das nossas conversas percebemos a mesma coisa: o mercado está mudando mais rápido do que os espaços onde os seus líderes conseguem falar sobre essa mudança.
Existem ótimos eventos, e nós mesmos fazemos parte deles. Mas palco e mesa têm papéis diferentes. No palco você compartilha o que sabe. Na mesa, precisa poder falar sobre o que ainda não sabe: o projeto que está dando errado, a margem que sumiu, o investimento em IA que ninguém conseguiu justificar, a empresa que cresceu mas continua dependendo do fundador, a decisão que você precisa tomar na segunda-feira.
Para essas conversas acontecerem, a sala precisa ser menor, as pessoas precisam confiar umas nas outras e ninguém pode estar tentando vender alguma coisa para quem está sentado ao lado. Por isso o HDI Club não é mais um evento, não é um curso e muito menos um grupo de networking. É uma mesa fechada para quem carrega decisões reais em tecnologia: de um lado, quem lidera tecnologia dentro das empresas; do outro, quem construiu empresas para atender esse mercado. Problemas diferentes, uma transformação em comum.
Não queremos que você saia de um encontro com cinquenta slides. Queremos que saia com uma decisão, uma data e um número que mostre se ela funcionou. E, na próxima mesa, alguém vai perguntar o que aconteceu. Entra-se por indicação porque metade do valor disto não está no conteúdo, está em quem ocupa a cadeira ao lado. Por isso não queremos milhares de membros. Oitenta cadeiras, duas mesas, uma confraria.
Se você também sente que as regras do jogo estão mudando, e que os próximos anos vão exigir decisões diferentes das que nos trouxeram até aqui, talvez exista uma cadeira para você. Peça um convite. A conversa começa com um de nós dois.





